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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

BTT vs Ciclismo de Estrada

Duelo Andy Schleck e Burry Stander



O chefe de fila da equipa Saxo Bank de ciclismo e o campeão do mundo sub-23 de bicicleta de montanha fizeram uma corrida interessante no porto de Navacerrada.

O mais jovem dos Schleck e Burry Stander, a convite da Specialized, um de seus principais patrocinadores, face á notícia da possível inclusão do Bola del Mundo como etapa final na próxima edição da Volta a Espanha, decidiram viajar até Madrid para um desafio interessante. Partindo da cidade montanhosa de Cercedilla, cada um teria de chegar ao topo do do Bola del Mundo, Andy por estrada Burry utilizando os trilhos e estradas de terra que cruzam as pistas de Navacerrada, e, após a conclusão da primeira subida ao cume, novamente para baixo até Cercedilla para mudar de bicicleta e repetir o contra-relógio novamente, mas desta vez indo Burry por estrada na bicicleta de ciclismo e Andy pelo mato numa bicicleta de BTT.

O dia amanheceu com um tempo horrível. Em Cercedilla o mercúrio dos termómetros não subia alem dos 6 graus, o que fez temer que no cume, subindo acima de 2.200 metros de altitude, as condições de temperatura seriam péssimas, mas o pior de tudo eram as rajadas de vento que ultrapassavam os 120km/h.

Ambos os ciclistas estavam dispostos a fazer a viagem de qualquer maneira, mas o bom senso prevaleceu, e os responsáveis pelo seu patrocínio decidiram baixar o objectivo do desafio para os 1880 metros no porto de Navacerrada.

Dito e feito: no complexo desportivo de Cercedilla estava montada uma linha de partida improvisada, e os dois ciclistas entregaram-se ao máximo para conseguir cobrir a distância no menor tempo possível ....
Quem ganharia? A priori posso informar que enquanto Andy já estava desfrutando de uma bem merecida pausa do final da temporada, Burry tinha vencido há um par de semanas antes o campeonato do mundo de BTT.

E o resultado final está patente nesta tabela que fala por si:






Neste teste que ocorreu a 22 de Outubro de 2009 o homem do BTT ganhou ao do ciclismo de estrada.

Fica aqui o video do acontecimento:

Voltar ao inicio do Tracks GPS para BTT

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O BTT e as subidas!

Todos nós, praticantes de BTT, já passamos por grande "empenos" nas famosa "paredes" que apanhamos nos nosso passeios por trilhos e caminhos.
Mas afinal como se classificam as subidas e como são identificadas em termos de categorias em função da sua percentagem de inclinação e comprimento.
Ao vaguear pela NET encontrei este pequeno artigo que explica de forma simples esta questão. Partilho aqui esta informação que considero interessante.

Inclinação e Classes de Subidas









" No ciclismo é comum representar a inclinação de um trecho na forma de uma percentagem. Esta percentagem é a tangente do ângulo da subida (θ na Figura 1), expressa como porcentagem. Um trecho plano tem 0% de inclinação. Uma subida de 45° (tan(θ)=1) tem 100% de inclinação.

Idealmente, a medida correta é obtida dividindo dy por dx. Entretanto, é difícil medir dx diretamente. Para pequenas inclinações (até 20%), dividir dy por h dá uma aproximação com erro no terceiro dígito significativo (20% vs. 19.6%). A Figura 2 mostra a conta correta baseada em dy e h.

Em provas como o Tour de France, é comum dar classificações aos trechos de subida. A classificação varia de prova para prova. No Tour de France, existem subidas Cat 4 (mais fácil), Cat 3, Cat 2, Cat 1 e HC (mais difícil). A medida de dificuldade depende de diversos fatores: inclinação, distância, altitude, posição dentro do percurso da etapa, qualidade do asfalto [1]. Em geral, apenas subidas com mais de 100 metros de diferença (dy ≥ 100m) são categorizadas.

Classificação usual [2]:

Cat 4: Subidas com menos de 3 km de comprimento.
Cat 3: Subidas com até 5 km de comprimento.
Cat 2: Subidas de 5 a 10 km de comprimento, com pelo menos 4% de inclinação.
Cat 1: Subidas de 10 a 20 km de comprimento, com pelo menos 5% de inclinação.
HC: Hors Catégorie (sem categoria): subidas "fora da escala", 15 a 20 km de comprimento, com inclinações passando de 10%. "

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Porquê investir numa Bike leve???





Pois é, agora sabemos porque é que mesmo um grande campeão como Julien Absalon, precisa de uma bicicleta muito leve.

Como se pode ver pelas imagens, ás vezes até um dos maiores BTTistas de sempre, ás vezes tem de descer da bike, e levá-la ás costas.

Há subidas assim!!!

Hufff!!!

Já me sinto melhor, não sou só eu!